OPÇÕES CLTURAIS DE FORTALEZA
Cultura de FORTALEZA
História
A cidade tem 270 anos. Nasceu se defendendo, a partir da Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção, segundo nome do Forte Schoonenboch, Construído pôr Holandeses obcecados pela busca da praia inexistente às margens do regato do Pajeú. Mas foi só no século XIX que o algodão despachado para a Inglaterra fez a cidade florescer, através do porto do Mucuripe. Então, aguerridos, índios, brancos e negros já tinham reputação de combate. Espantaram dali franceses, holandeses e portugueses. A própria família do escritor José de Alencar, maior orgulho da cultura local, atestou essa bravura literária. Acorrentado a tios e à avó do romantismo, seu pai foi arrastado pelos portugueses por uma centena de léguas até Fortaleza por ter proclamado a República do Crato, no interior do Estado, em 1817. Sete anos depois, com o Brasil já livre do domínio luso, os Alencar estavam metidos na separatista Confederação do Equador, reprimida com brutalidade pelo exercito imperial de D. Pedro I - A poucos metros da Fortaleza, um frondoso baobá no Passeio Público é testemunho histórico do fuzilamento de heróis. Na abolição da escravatura, o Ceará saiu na frente. Acabou com a ela em 4 de março de 1884, quatro anos antes da Lei Áurea. Então, os jangadeiros de Fortaleza já faziam história: Um deles, Francisco José do Nascimento, apelidado de Dragão do Mar, liderou o movimento que fechou o porto ao desembarque de escravos, pouco tempo antes
THEATRO JOSÉ DE ALENCAR. Duas décadas mais tarde, singular marco arquitetônico na vida cultural do país, o Theatro José de Alencar abriu suas portas no centro da cidade. O privilégio da estréia, em 1910, porém, não coube a nenhum texto do autor, mas à peça O Dote, de Artur de Azevedo, a mesma encenada na inauguração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro no ano anterior. O gosto europeizado da elite cearense da época, misturou o neoclássico ao art noveau na torneada estrutura de aço e ferro fundido do teatro, que se estende até os gradis das frisas e camarotes em inegável elegância. Tudo importado de duas forjarias de Glasgow, na Escócia, como descreve, precisa, a técnica de turismo Leda Araújo de Freitas. Meiga ao falar, como é usual entre seus conterrâneos, ela conta que originalmente o edifício foi concebido para ser um "teatro - jardim". Por conta disso - e do agradabilíssimo clima da cidade - sua platéia desfrutou da brisa local durante os espetáculos até 1991, data de sua última restauração pelo governo estadual. Então, o vidro separou o público da vizinhança e o José de Alencar entrou na era do ar condicionado. Contíguo, o jardim traz a assinatura de Burle Max e mescla jucás e macaúbas típicas do Ceará aos nacionais e paus-brasil - mas só foi plantado há 22 anos. José de Alencar e Raquel de Queiroz são os mais fortes representantes do Ceará no campo literário da cultura nacional. Outro centro histórico é a Catedral Metropolitana em estilo neogótico com torres de 75 metros; a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, que deu origem ao nome da cidade; o Passeio Público, mais antiga praça da capital e a Praça do Ferreira, que é o coração da cidade. A maior zona ecológica urbana da América Latina, com 446 hectares, o Parque do Cocó, com vegetação de manguezal, repleto de garças, socós martins pescadores e outras aves, e programa imperdível para quem quer apreciar a natureza.
o blog de estudos totalmente voltado para estudos e amigos, e este bolg e dirigido por DEUS.
quinta-feira, 3 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Cultura popular de céara!!!
Essas exposições têm provocado a revalorização do artista popular, em especial do setor de artesanato, reconhecendo sua criatividade e iniciativas e a elevação da auto-estima do cearense, que se reconhece nas mostras. A concepção das exposições parte da investigação e análise de um tema específico e posterior coleta de acervo de imagem e de entrevistas orais.
“Vaqueiros” , estruturada no MCC, transita pelo ambiente natural do vaqueiro utilizando recursos cenográficos, fotos e objetos do uso cotidiano deste personagem símbolo do sertão cearense. Ao andar pelas instalações, o visitante ainda apreende um pouco da história do sertão a partir da ocupação do território pela pecuária.
Ainda no MCC, a mostra “As Admiráveis Belezas do Ceará ou O Desabusado Mundo da Cultura Popular”, descreve a fé do povo do Cariri. São peças de artistas cearenses que delineiam a religiosidade, a vida e até o clima dessa região. Painéis multifacetados e iluminação no ângulo exato garantem ao espectador uma verdadeira viagem ao Cariri.
“Vaqueiros” , estruturada no MCC, transita pelo ambiente natural do vaqueiro utilizando recursos cenográficos, fotos e objetos do uso cotidiano deste personagem símbolo do sertão cearense. Ao andar pelas instalações, o visitante ainda apreende um pouco da história do sertão a partir da ocupação do território pela pecuária.
Ainda no MCC, a mostra “As Admiráveis Belezas do Ceará ou O Desabusado Mundo da Cultura Popular”, descreve a fé do povo do Cariri. São peças de artistas cearenses que delineiam a religiosidade, a vida e até o clima dessa região. Painéis multifacetados e iluminação no ângulo exato garantem ao espectador uma verdadeira viagem ao Cariri.
A improtância do vaqueiro!!!
vaqueiro, lutaram pela Independência da Bahia em 1823.
A imagem do vaqueiro remete às paisagens áridas do sertão nordestino, sintetizando a cultura, a história e a tradição do homem sertanejo. Por vezes, é associada ao tipo de personalidade atribuída aos heróis dos romances de cavalaria, cuja natureza é destemida, leal e desbravadora.
A imagem do vaqueiro remete às paisagens áridas do sertão nordestino, sintetizando a cultura, a história e a tradição do homem sertanejo. Por vezes, é associada ao tipo de personalidade atribuída aos heróis dos romances de cavalaria, cuja natureza é destemida, leal e desbravadora.
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